GOVERNO


A estrutura governamental do Império é baseada em uma monarquia parlamentarista. 


  • PARLAMENTO:
  • Inicialmente, após a fundação, o parlamento servia como uma plataforma de comunicação entre o imperador e os líderes das diferentes raças que se uniram ao Império. Cada raça tinha seus representantes, conhecidos como emissários, que se reuniam regularmente com o imperador para discutir questões importantes.

    Com o crescimento da população e a complexidade das demandas, o sistema evoluiu para incluir um parlamento duplo, composto por emissários internos e externos. Os emissários internos vivem na capital e lidam diariamente com as questões do Império, muitas vezes aconselhando a família imperial. Por outro lado, os emissários externos residem nos territórios do Império, administrando suas regiões em questões mais imediatas e diretas.

    A cada cinco anos, os emissários externos são eleitos pelo povo para garantir responsabilidade e representação adequada. Os emissários internos são substituídos quando se aposentam ou falecem, e geralmente são membros das mesmas famílias que ocupam essa posição ao longo das gerações.

    • MINISTÉRIOS:

    Além do parlamento, o governo conta com ministérios especializados para lidar com questões específicas, como saúde, segurança pública e educação. Os ministros são encarregados de supervisionar esses departamentos e apresentar questões ao parlamento ou à família imperial conforme necessário.

    Um ministério crucial é o Ministério da Justiça, responsável por manter a integridade do sistema governamental e investigar qualquer irregularidade entre os emissários e líderes dos ministérios. Trabalhando em conjunto com o exército e o imperador, o Ministério da Justiça garante a aplicação justa da lei e a segurança do Império.


  • O ÚLTIMO GOVERNO:

Astraea Vega foi a última imperatriz a governar o Império, sucedendo uma longa linhagem de líderes. Quando princesa herdeira, assumiu grandes responsabilidades em tenra idade, após a morte precoce de seus pais. E, como era costume na família imperial, ela se tornou imperatriz quando completou 20 anos e manifestou suas habilidades mágicas.

Uma das primeiras controvérsias de seu governo foi a recusa que teve em realizar a tradicional seleção, pois casou-se com seu escolhido em uma cerimônia secreta. O casamento sem a realização da seleção foi visto como um ato radical e provocou tumulto entre os cidadãos e a classe política. Após isso, várias de suas decisões enfrentaram resistência, especialmente quando ela questionou o tratado de pureza racial, uma prática profundamente enraizada no Império. 

Sem melhoras durante seus séculos de reinado, surgiram rumores de que a Imperatriz estava perdendo a sanidade devido às pressões do governo e às críticas constantes, e além disso, a aparição de daemons, criaturas relacionadas ao lado negativo do Cântico, levantou suspeitas sobre sua gestão e suas escolhas controversas serem as responsáveis por essas punições divinas. A situação piorou quando sua irmã gêmea, Bellatrix, se feriu ao ser deliberadamente enviada em uma missão suicida de combate contra os daemons logo após dar à luz, desencadeando uma onda de indignação e acusações de abuso de poder.

Com o agravamento da crise, Astraea perdeu o apoio do povo e do parlamento, que a acusou de corrupção e tirania; no entanto, antes que pudessem agir de fato, a governante e sua família foram mortos em um ataque de daemons durante as celebrações do aniversário do Império, deixando o trono vago repentinamente e mergulhando o Império no caos. 

O Parlamento, em conjunto com o Ministério da Justiça, decidiu investigar a família imperial e bloqueou o acesso a seus bens logo após o ocorrido; afinal, os únicos herdeiros potenciais eram as filhas de Bellatrix, pequenas crianças que foram entregues à custódia de sua família paterna até segunda ordem.

Mas não existem informações públicas sobre a investigação, que supostamente ocorre a quase 16 anos.

  • HISTÓRIA DA FAMÍLIA IMPERIAL:

A história da família imperial de Noreht remonta ao nascimento de seu primeiro imperador, Sirius Vega. Inicialmente um jovem dragão, foi criado por dríades após a morte de seus pais em uma batalha por território. Desde cedo, ele demonstrou uma obsessão pelas estrelas e uma curiosidade incontrolável pelo mundo ao seu redor. Mas sua jornada começou de fato apenas quando partiu em viagens pelo continente, secretamente coletando histórias das diversas raças que encontrava.

Sirius, ao observar as interações entre as raças, ficou incomodado com os constantes conflitos e divisões entre elas. Ele acreditava que a harmonia e a união eram essenciais para alcançar a paz e o bem-estar de todos. Inspirado por suas experiências e sonhos proféticos, Sirius formulou o livro 'Cântico Sagrado', uma narrativa que unia as lendas e mitologias das diferentes raças em uma única história coesa, uma história que contava a realidade do mundo em que viviam.

Ao retornar aos dragões, Sirius compartilhou sua visão de unificação com eles e, posteriormente, com as Fênix, unindo o suporte que necessitava para seguir. Como um grande líder, foi respeitado por sua sabedoria e habilidade de comunicação, buscando convencer as várias raças a se unirem sob uma única bandeira em nome da paz e da proteção contra a ira dos deuses, e tomando a decisão difícil de desembanhar sua espada em caso de negação.

Durante o período da guerra para estabelecer o Império, muitos historiadores destacam a complexidade da situação, que contribuiu para a sua extensão, pois inicialmente, a guerra poderia ter sido vencida em menos tempo se não fosse pela dificuldade em contatar e reunir todas as raças do continente. Algumas delas eram desconhecidas para os povos da época, exceto por Sirius Vega, isso resultou em expedições e explorações por todo o continente, com o objetivo de localizar e incorporar essas raças à causa do Império. Essa busca prolongada e a necessidade de garantir a adesão de todas as raças adicionaram anos e até séculos ao conflito.

Além disso, a natureza da guerra era complexa, pois o objetivo não era simplesmente aniquilar os povos adversários, mas sim dominá-los e integrá-los ao Império. Isso exigia uma abordagem delicada e estratégica, uma vez que o objetivo era preservar as vidas e as culturas das raças conquistadas. E no fim, embora tenha havido derramamento de sangue, muitos acreditam que as ações de Sirius foram justificadas, pois ele trabalhou incansavelmente pelo bem-estar de todas as raças em um mundo novo.

  • TRADIÇÕES DA FAMÍLIA IMPERIAL:

NOMENCLATURA ESTELAR: a organização da Família Imperial é marcada pela nomenclatura dos seus membros. Baseados em alguns dos diários de Sirius Vega, o primeiro imperador, os nomes usados são inspirados nas estrelas, pontos no céu que guiaram Sirius em sua jornada, são uma homenagem às almas divinas que influenciaram sua vida. Essa tradição começou com os filhos de Sirius e foi seguida por seus descendentes, tanto na linhagem principal quanto na secundária, com variações dos nomes estelares originais.

SUCESSÃO: a Família Imperial não faz distinção de gênero e é determinada pelo primogênito. Os filhos dos irmãos mais velhos também são considerados príncipes e princesas, preservando a hierarquia da linhagem. Aqueles da linhagem principal recebem os títulos de príncipes e princesas imperiais, enquanto os da linhagem secundária são chamados de príncipes e princesas reais. 

— A SELEÇÃO: é uma tradição importante, originada em um período de instabilidade no Império e tendo origem em um dos contos sagrados. Esta competição envolve 30 jovens, entre 20 e 25 anos de idade, que disputam a mão do príncipe ou princesa imperial quando este(a) completa 25 anos. Além de 20 sorteados, há 10 vagas de destaque destinadas a pessoas notáveis, como descendentes de heróis de guerra. A Seleção promove a diversidade, sem distinção de raça ou classe social, e é celebrada como um símbolo de igualdade e união.

— PATRONOS DIVINOS: é a atribuição de um patrono divino a cada membro da família imperial. Assim que um príncipe ou princesa nasce, eles recebem uma joia específica que devem oferecer a um deus. Durante uma cerimônia, a criança é deixada para engatinhar e colocar a joia aos pés do deus que ela escolher, estabelecendo um vínculo divino. Essa joia é usada até mesmo na coroa do imperador quando assume o trono, e durante toda a vida, a pessoa usa joias e cores relacionadas ao seu deus patrono, simbolizando sua bênção e proteção divina.

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