KITSUNES



  • ORDEM:

 divisus 

  • ALIMENTAÇÃO:

sua magia é recarregada a partir de uma dieta a base de frutas, sendo estas as mais utilizadas para alcançar a sua saciedade. 

  • CARACTERÍSTICAS [COMUNS]:

aroma frutado calmante, sentidos e velocidade aguçados, rápida regeneração, capacidade de serem incrivelmente inteligentes e o som de sua voz ter um efeito hipnotizante conhecido como 'sussurro', onde são capazes de fazer com que outros sigam seu comando sem perceber caso acabem baixando a guarda.

  • CARACTERÍSTICAS [MÁGICAS]:

quando em sua forma mágica,  kitsunes possuem orelhas e rabinhos, cuja quantidade usualmente varia por sua idade [1 cauda a cada 100 anos], juntamente de pequenas presas fortes e garras retráteis afiadas.

  • FRAQUEZA:

são incrivelmente sensíveis a temperos fortes como a pimenta, o alho ou a mostarda. Apenas o cheiro é necessário para os deixar passando mal, já a ingestão pode ser fatal e o contato causará enormes alergias. 

  • ELEMENTOS:

seu elemento primário é o ar, livre e instável, é associado a tufões, ventanias e mudança de pressão. Sua evolução, o raio, permite uma larga escala de destruição e variabilidade de usos. Terra é o secundário, sólida e estável, é associada a rochas e minerais. Sua evolução, a planta, permite a criação e manipulação de vida vegetal, enriquecendo e transformando o ambiente.

  • HISTÓRIA [5.000 A.I]:

por serem fisicamente mais fracas que as outras raças, não somente acabaram por ter de se isolar em territórios florestais mais perigosos e de difícil acesso, mas também, adquiriram hábitos culturais considerados ferozes para que não lhes incomodassem. Não desejavam se misturar em momento algum, porém, com a pressão de um exército forte a caminho durante a Guerra de unificação, acabaram preferindo se render ao ideal do que lutar contra, sendo de pouca ajuda a guerra, mas sim, uma conquista pacífica com a ajuda de alguns acordos feitos apenas para garantir sua colaboração e silêncio durante todo o processo.

  • HISTÓRIA [5.000 D.I]:

após a unificação, os acordos forjados se mostraram ter diversas lacunas prejudiciais a sua civilização, e rapidamente se viram em uma situação catastrófica quando tentaram protagonizaram a conhecida 'rebelião da maré vermelha' [ano 3 a 5 D.I] ; sua existência haveria de ser praticamente apagada do mapa e reconstruida novamente, com a cultura considerada nociva á sociedade de Noreht. Com suas cidades evacuadas e destruídas, acabaram a mercê do imperio para conseguir a sua sobrevivência. Tiveram todos os traços ferozes apagados e sua redistribuição perante o mapa fora rapidamente feita, obrigados por muitos anos a viverem sob firmes rédeas até conseguirem uma melhor autonomia. 


  • DETALHES:

— no início dos tempos, por serem vistos como uma raça fraca, as kitsunes desenvolveram uma tradição de se alimentar da carne de outros fae, acreditando assim que ao ingeri-lá, iriam adquirir suas qualidades físicas. Hoje em dia, a prática é completamente banida e muitas vezes até mesmo tendo a sua existência história abandonada, porém, é muito comum que ainda haja um certo preconceito com estes indivíduos por conta disso.

— para esses seres, é muito importante a troca de informações, assim, sempre reservaram espaços em suas praças para discussões e encontros, onde todos podiam livremente anunciar duas ideias. 

— a troca de presentes é algo comum entre as Kitsunes, ao conhecerem alguém novo, sempre terão algum pequeno objeto para entregar e nunca deixam de ter algo para presentear ao chamarem alguém para vir a sua morada, sendo ainda mais extravagantes em datas comemorativas. 

— por sua aparência, sempre foram muito cobiçados, portanto, era comum que no passado, fossem vítima de "criadouros." Mais recentemente, tem ganhado apoio para desconstruir tais ideais e assumir até mesmo papéis importantes dentro das patentes militares, alcançando boas posições de vida. 

— pouca parte das Kitsunes compreende o Cântico divino como parte de sua cultura, em sua maioria, o seguem de forma superficial e falham em seguir caminhos extremamente religiosos. 

— rituais de início e fim de vida são muito importantes para essa raça, usando branco em ambas as situações, eles possuem diversas formas de prestar o seu respeito, sendo um deles, a entrega de objetos a nova vida seja ela neste plano ou em outro. Muitos kitsunes ainda tem os presentes que receberam ao nascer. 

— para eles, um pedido de casamento pode ser feito de diversas formas, algumas. Mais tradicionais outras... Incomuns e discretas. Caso houvesse sido chamada um parceiro em potencial para comer fora, caso um deles coloque os talheres em X no prato, este pode ser um pedido e ao sair, se o outro deixar os seus na vertical, poderá significar que aceitou. Tome sempre muito cuidado com a posição de seus talheres ao desfrutar de uma refeição com um deles. 

— dispersos por todo o território, têm uma tendência a pintar as paredes internas de suas casas de tons de terracota, relembrando inconscientemente a época em que seus antepassados viviam em suas vilas. 

— boa parte de sua cultura fora apagada por "fugir dos padrões." Ou então "ser agressiva demais." Pouco se sabe do que restou e suas cidades foram completamente demolidas. Hoje em dia, enfrentam diversos estigmas e problemas em se encontrar individuais mesmo que ainda unidos ao todo. E pouco se faz para recuperá-la. 

— muitos kitsunes possuem tendências a lábia, sendo boas de conversa, possuem um charme natural na hora de articular suas ideias. Muitas vezes, são excelentes em bolar planos, as crianças, principalmente, são vistas como pequenos furacões que adoram pregar peças.

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