SIRENS
- ORDEM:
- ALIMENTAÇÃO:
siren repõem a sua magia a partir dos sentimentos e emoções de terceiros, usando sua matéria emocional como forma de alimento através do toque. Como toda ordem Taenia, uma alimentação desregulada pode causar graves consequências no provedor de energia, como perda de memórias, desregulação hormonal irreversível e coma.
- CARACTERÍSTICAS [COMUNS]:
seu corpo possui uma alta resistência mecânica a pressões extremas e temperaturas frias, possuem a capacidade de respirar tanto em terra quanto em baixo d'água, íris que mudam de cor por algumas horas de acordo com seu último sentimento ingerido e grande força física.
- CARACTERÍSTICAS [MÁGICAS]:
sua forma mágica é divergente, quando em terra, seu corpo é coberto por algumas pequenas escamas espalhadas, lhes dando resistência contra perfurações ou cortes. Unhas se tornam garras e os olhos possuem um brilho azulado. Quando em contato com a água, podem escolher permanecer naquele estado ou modificar a extremidade de seu corpo para uma cauda.
- FRAQUEZA:
desidratação, é incrivelmente simples para que sirens se encontrem desidratados, assim, precisam estar em contato frequente com água, ou a ingerindo. São pouco resistentes a ambientes quentes por conta disso.
- ELEMENTOS:
sirens são capazes de controlar água e escuridão em seu potencial completo; a água, seu elemento inicial, volumosa e estável, é associada a grandes correntezas do líquido. E sua evolução, gelo, está voltada à face sólida e mais impactante do elemento. Por outro lado, as sombras, são voláteis e fluidas, porém, com o domínio elas podem solidificar-se, tornando-se mais palpáveis e controláveis. Sua evolução culmina na matéria escura, uma energia sombria capaz de distorcer a realidade e gerar criação a partir do caos.
- HISTÓRIA [5.000 A.I]:
sirens sempre viveram próximos a grandes corpos de água, em sua maioria, viviam separado dos demais, concentrados em suas próprias práticas e cultura, porém, uma parte considerável de seu povo, já vivia misturados junto a outros indivíduos por conta da incrível falta de igualdade social de suas civilizações, encontrando espaço para trabalhar e sobreviver em meio a outros mais facilmente do que muitas vezes entre os seus. Estes porém, sempre foram adeptos a magia, em uma época distante onde os feitiços eram comuns e consistentes, magos mexiam com maldições e pessoas estavam acostumadas a beber de poções entre o povo siren. Ao chegar a Guerra de unificação, boa parte destes que acreditavam e praticavam a feitiçaria foram caçados, o evento, mesmo sendo um dos maiores banhos de sangue da história, é apagado e esquecido por parte do império, e a que conhece não possui qualquer prova fisica ou fonte que comprove a existência de coisas como feitiços ou o genocídio siren, apenas boatos e histórias antigas, perdidas, e muitas vezes distorcidas com crueldades e atos hereges vindos do lado siren, não o oposto. Os membros da raça não participaram ativamente da guerra, mas sim, foram forçados a se render, com os poucos sobreviventes lutando ao lado da resistência contra a unificação.
- HISTÓRIA [5.000 D.I]:
após a guerra, foram altamente incentivados a se reproduzir devido "as inúmeras perdas em batalha." Porém, até o dia de hoje, sofrem com um número menor de indivíduos. Sendo espalhados por todo o território, continuaram a viver próximos a grandes corpos de água, porém, se misturando cada vez mais. A feitiçaria, uma vez dita como praticada, hoje é apenas fruto da imaginação de muitos, uma história para crianças dormirem. Constituem uma classe social mais baixa, poucos são aqueles afortunados, porém, normalmente não tendem a reclamar de suas posições por reconhecerem que ainda estão relativamente melhores que alguns outros povos menos afortunados.
- DETALHES:
— a música desempenha um papel significativo na cultura do povo siren, sendo utilizada não apenas como forma de expressão artística, mas também como uma ferramenta terapêutica. Cantos suaves e melodias tranquilizadoras eram frequentemente usados para acalmar os ânimos e promover o bem-estar emocional e espiritual entre os membros de sua raça.
— possuem grande afinidade a arte, sendo de sua cultura a pintura de conchas, as enfeitando com os mais lindos cenários, sendo usadas para decoração, ou até mesmo na formação de mosaicos.
— é cultural que contem historias, desde para as crianças antes de dormir, quanto ao falar sobre algum evento, tendem a o descrever como se estivessem a narrar alguma coisa. Muitas das histórias são passadas no boca a boca, raramente são escritas e na maior parte das vezes, possuem diversas variações.
— têm uma culinária rica e saborosa, muitos deles possuem restaurantes de comidas com pratos em base peixes e frutos do mar, são ótimos com especiarias e adoram comidas apimentadas.
— alguns deles, ainda andam com runas e coisas parecidas em pequenos colares escondido. Poucos mal se lembram do que ouviram antes em vagas histórias na infância ou sabem o que realmente significa, mas são pequenos pingentes e colares utilizados como acessórios. Ainda que o império carregue legislações severas quanto a práticas de feitiçaria e similares, esse tipo de costume foi normalizado.
— não são seguidores fiéis do Cântico divino em sua maioria, porém, sempre tentam segui-lo como conseguem, especialmente focando em divindades que lhe despertem qualquer sensação de identificação.
— por conta dos programas de reprodução, raramente são monogâmicos e não possuem grandes preconceitos ou impedimentos na hora de encontrar os seus parceiros. Em sua maior parte, pertencem a grandes famílias conjuntas, com diversos irmãos e, muitas vezes, mais de um par daquilo que consideram seus pais.
— a sua ligação com a água é tão forte que muitas vezes, em suas moradas, são construídos enormes aquários nos ambientes, sejam para si mesmos ou simplesmente para enfeitar o ambiente um pouco mais.
— tendem a ocupar cargos mais braçais, porém, muitas vezes, por seu encanto e charme natural, muitos se destacam no campo do serviço ou das artes, sendo sempre muito atenciosos com o seu trabalho, chamando atenção onde quer que passam por conta de sua beleza natural e envolvente.
— por muitos anos, foram vistos como traiçoeiros e perigosos devido a sua tendência natural as mentiras. Até hoje, existe um certo estigma a sua volta, diversas palavras pejorativas são usadas para descrever a sua raça e às vezes, até mesmo o próprio nome de sua espécie é usado como um xingamento.
