SUCCUBUS 



  • ORDEM: 

taenia 

  • ALIMENTAÇÃO: 

succubus repõem sua magia e energia através da energia vital que tomam para si através do toque físico com outras criaturas fae; eles costumam não ter necessidade de outras formas de alimentação, ainda que carreguem uma tendência natural a gostar de comidas doces. Como toda ordem Taenia, uma alimentação mágica desregulada pode causar graves consequências no provedor de energia, como a atrofia reversível de músculos importantes [exemplo: coração], deficiências graves de reposição energética e coma.

  • CARACTERÍSTICAS [COMUNS]: 

aroma atraente, resistência a temperaturas extremas, capacidade de sentir os feromônios de outras criaturas, o veneno em sua saliva tem efeito afrodisíaco.

  • CARACTERÍSTICAS [MÁGICAS]: 

quando em sua forma mágica, succubus apresentam um brilho atraente na pele, orelhas de ponta afiada, garras venenosas retráteis e íris em um hipnotizante tom de rosa.

  • FRAQUEZA: 

a ausência de afeto é fonte de enfraquecimento de succubus; quando passam por longos períodos de tempo em isolamento social ou sendo continuamente alvo de feromônios negativos, podem sofrer enjôos, desmaios ou até mesmo serem levados à morte caso já estejam em um estado debilitado. 

  • ELEMENTOS: 

succubus são capazes de controlar água e fogo em seu potencial completo; a água, seu elemento inicial, volumosa e estável, é associada a grandes correntezas do líquido. E sua evolução, gelo, está voltada à face sólida e mais impactante do elemento. Por outro lado, quanto ao fogo, podem o controlar a sua vontade, conseguem causar incêndios, para qual direção desejam, criar objetos com as labaredas e até mesmo o gerar espontaneamente, a evolução que carrega, lava, possui grande potencial destrutivo a ser explorado.

  •  HISTÓRIA [5.000 A.I]:  

os succubus mantiveram-se por séculos em uma comunidade isolada nas montanhas do território que hoje é conhecido como Vesper, ocultando habilmente sua existência dos outros fae. Antes de serem descobertos, sua cultura era profundamente enraizada na coletividade, com uma forte ênfase na convivência comunal e no desenvolvimento do controle sobre sua capacidade de drenar energia vital. Quanto mais velhos se tornavam, mais refinado era seu controle, permitindo-lhes escolher quando e quanto se alimentar entre os membros da própria comunidade, o que os poupava de conflitos externos por alimentação. No entanto, durante a Guerra da unificação, líderes do Império finalmente os descobriram, oferecendo-lhes proteção e igualdade em troca de apoio no conflito. A maioria dos succubus concordou, temendo a escassez de mantimentos e segurança decorrente do caos da guerra. 

  • HISTÓRIA [5.000 D.I]: 

durante a unificação, succubus enfrentaram desafios significativos, pois sua cultura e habilidades até então desconhecidas foram expostas; diferentemente de outras raças que já tinham interações anteriores entre si, eles viviam isolados, o que os tornava alvos de grandes preconceitos em seu processo de integração. Apesar de alguns succubus terem se destacado como heróis, sua participação não foi tão valorizada, já que em comparação a outras raças, eles estiveram em batalha por menos tempo. Junto disso, houve uma percepção distorcida sobre suas características voltadas ao contato físico, gerando estigma e marginalização na sociedade do Império, uma violência que levou muitos a serem traficados e abusados sexualmente. Atualmente, a maior parte dos succubus não possui ligação com a cultura original, pois são descendentes de cruzamentos com outras raças durante esse longo período em que foram forçados a se dispersar e enfrentar grandes explorações. Seus clãs puros são raros, e aqueles que existem lutam para preservar sua identidade cultural após milênios de perdas cruéis.


  • DETALHES: 

— durante a infância e parte da adolescência, eles não têm controle sobre a drenagem de energia vital que exercem em qualquer contato físico, o que pode levar a situações perigosas. Por isso, as interações físicas entre crianças de outras raças e crianças succubus são restritas, especialmente em ambientes educacionais, até que desenvolvam esse controle. Vestimentas especiais são usadas para limitar o contato direto e evitar acidentes também, assim permitindo que elas ainda sejam capazes de brincar e interagir com outras crianças mesmo que por pouco tempo.

— os succubus têm a capacidade de engravidar entre si, sendo raros os casos em que um succubo macho não têm também o sistema reprodutor comum em faes fêmeas. 

— durante a gravidez, os succubus grávidos requerem constante infusão de energia vital para sobreviver, pois o desenvolvimento do feto e seu contato contínuo agravam exponencialmente a quantidade sugada por ele. No caso de gestações succubo vindas de um indivíduo de outra raça, é essencial que ele receba acompanhamento médico imediato e use sua fonte mágica diariamente sem restrições. Essa necessidade surgiu após uma alta taxa de mortalidade entre faes grávidas de succubus no início do Império, quando os procedimentos para lidar com essas gestações ainda não eram bem compreendidos.

— nos últimos três milênios, com o apoio de políticas públicas implementadas pela família imperial, os succubus começaram a ganhar espaço no mercado de trabalho; suas habilidades naturais, como a atratividade e a sensibilidade aos feromônios, tornaram-nos alvos de interesse em diversas áreas. Muitos succubus encontraram sucesso em carreiras artísticas e de entretenimento, aproveitando sua presença cativante para conquistar fãs e seguidores; além disso, devido à sua capacidade de detectar feromônios, também encontraram seu lugar em profissões relacionadas à investigação, como na polícia ou como detetives particulares. No entanto, apesar dos avanços na inclusão social, muitos succubus ainda enfrentam marginalização, especialmente na indústria do trabalho sexual, onde ainda ocupam uma parte significativa da força de trabalho. 

— succubus são conhecidos por sua natureza afetuosa e pelo profundo apego aos seus parceiros românticos. É raro ver um succubo trocar de parceiro, pois quando amam de fato, é de forma genuína e duradoura. A rejeição pode afetá-los profundamente, levando a problemas físicos e emocionais, dada a intensidade de seus sentimentos. 

— apesar de terem sido os últimos a entrar em contato com a religião do Cântico Divino, muitos succubus se identificam com seus princípios; antes mesmo de conhecerem outras raças, sua cultura já valorizava a igualdade, a paz e a harmonia, valores semelhantes aos pregados pelo Cântico. Essa identificação levou muitos succubus a reverenciarem especialmente a deusa d'água, Meridia, e o deus da fertilidade, Yun, mesmo após enfrentarem desafios e adversidades após a unificação do Império.

— atualmente, há um movimento crescente de recuperação das raízes culturais dos Succubus, apoiado pelo Império. Esse movimento busca preservar e transmitir tradições antigas, como a cerimônia de noivado, onde os parceiros usam pulseiras que simbolizam sua união durante a festa. 

— outras tradições românticas, como, carregar uma mecha de cabelo do parceiro em um colar após o casamento e o conceito de "Lua de mel", onde os recém casados recebiam um mês de privacidade e reclusão de seus outros afazeres, se tornaram muito populares entre todas as raças nos últimos séculos. 

— dança é uma forma de expressão reverenciada entre os succubus, que acreditavam, na antiguidade, no poder da movimentação do corpo para expressar emoções e contar histórias. Suas danças tradicionais são graciosas e fluidas, muitas vezes acompanhadas por música ao vivo e trajes deslumbrantes.

— eles têm uma conexão única com a indústria de cosméticos e perfumaria, devido à sua habilidade natural de exalar feromônios atraentes. No passado, verdadeiros succubus eram utilizados ilegalmente como matéria-prima para esses produtos, mas à medida que a prática foi sendo regulamentada, os laboratórios passaram a replicar seus feromônios. Hoje, uma ampla gama de cosméticos e perfumes no mercado é infundida com esses feromônios, tornando-os altamente atrativos para a maioria das raças fae. No entanto, para os próprios succubus, o cheiro resultante desses produtos não só é desagradável, como também interfere em sua forma mais usual de expressar afeto, que é sentindo o cheiro das pessoas que gostam e as cobrindo com seu próprio aroma natural.

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