VAMPIROS
- ORDEM:
- ALIMENTAÇÃO:
vampiros repõem sua magia e energia através do consumo do sangue de outras criaturas fae; eles também costumam recorrer a alimentos comuns como fonte de energia, ainda que sejam particularmente sensíveis e exigentes quanto a sabores e texturas.
- CARACTERÍSTICAS [COMUNS]:
sentidos, velocidade e força sobrenaturalmente aumentados, o veneno em sua saliva tem efeito anestésico.
- CARACTERÍSTICAS [MÁGICAS]:
quando em sua forma mágica, vampiros apresentam presas proeminentes, pele mais pálida que o comum e íris vermelhas.
- FRAQUEZA:
a luz solar é fonte de enfraquecimento de vampiros; quando expostos por longos períodos de tempo a altas temperaturas diurnas, podem sofrer enjôos, desmaios ou até mesmo serem levados à morte caso já estejam em um estado debilitado. Para sua defesa, existem protetores solares especiais que são relativamente eficientes, mas ainda demandam certa atenção quanto às suas vestimentas — que tendem a ser mais cobertas durante as tardes.
- ELEMENTOS:
vampiros são capazes de controlar sombra e ar em seu potencial completo; as sombras, seu elemento inicial, são voláteis e fluidas, porém, com o domínio elas podem solidificar-se, tornando-se mais palpáveis e controláveis. Sua evolução culmina na matéria escura, uma energia sombria capaz de distorcer a realidade e gerar criação a partir do caos. Por outro lado, o ar, livre e instável, é associada a tufões, ventanias e mudança de pressão. Sua evolução, o raio, permite uma grande escala de destruição e variabilidade de usos.
- HISTÓRIA [5.000 A.I]:
antes da Guerra de Unificação, os vampiros não possuíam uma organização consolidada. Espalhados pelo continente, viviam em pequenos grupos familiares, alimentando-se de faes de outras raças. Sua impossibilidade de se alimentar de membros de sua própria espécie geravam um sentimento territorialista entre eles e superioridade quanto a outras raças. Conflitos internos eram comuns, especialmente por disputas de território próximo a tribos e moradias de outras raças, essenciais para sua sobrevivência. No entanto, durante a guerra, os vampiros se sentiram forçados a unir-se para combater a ameaça da unificação, pois eram os mais hostis a essa idéia. Encontraram um ponto de encontro e organização no território atualmente conhecido como Meluna, protegido por densas florestas que os mantinham em constante escuridão.
- HISTÓRIA [5.000 D.I]:
no fim da guerra, os vampiros enfrentaram um período de fragmentação e mudanças significativas em sua sociedade. Alguns deles, vendo que estavam do lado perdedor da batalha, traíram sua raça e se uniram ao Império em busca de benefícios pessoais. No entanto, após o tratado de paz entre as raças ser assinado, os vampiros foram ativos na cobrança pela legalidade da tradição da pureza racial, que muitos deles praticavam até então, pois ainda eram contra muitos dos princípios do Cântico Divino. No presente, os vampiros coexistem com o resto da sociedade do Império, estando presentes em todo o território, embora Meluna continue sendo o principal centro de sua população.
- DETALHES:
— durante a guerra, muitos vampiros se envolveram no tráfico ilegal de prisioneiros, para servirem como "escravos de sangue", uma prática que persistiu mesmo após o fim do conflito. Rumores sugerem que esse comércio ilegal ainda possa existir, apesar de ser banido e condenado pela sociedade atual.
— desde sua origem, os vampiros cultivaram uma cultura que valoriza a força e a capacidade de se impor sobre outras raças. Esta mentalidade foi moldada pela necessidade de se alimentar da fraqueza de outras raças, levando-os a não verem aqueles de quem se alimentam como iguais. Mesmo atualmente, apesar de uma mudança na mentalidade de alguns vampiros, persiste a ideia de que aqueles de quem se alimentam não são valorizados como indivíduos, mas apenas como fontes de alimentação. Como resultado, é considerado desrespeitoso um vampiro se alimentar de alguém que ele valoriza ou respeita de alguma forma, e consumir sangue diretamente de pessoas é considerado uma ação incomum, até mesmo carregando certo teor fetichista, reservada principalmente para vampiros extremamente ricos e influentes.
— a alimentação dos vampiros é cercada por tabus e preconceitos, levando à criação de bancos de sangue como principal forma de obtenção de alimento. Nestes bancos, pessoas doam sangue anonimamente em troca de compensação financeira, protegendo assim sua identidade. Existem bancos de sangue populares, fornecidos pelo Império, e bancos de sangue privados, onde vampiros podem pagar mais caro para morder diretamente os doadores.
— alguns vampiros extremistas se alimentam apenas de sangue, abdicando de qualquer outra forma de alimento. Também é usual que aqueles com poder financeiro suficiente mantenham-se constantemente na forma mágica, mostrando assim seu poder e lealdade à tradição.
— devido à sensibilidade à luz solar, principalmente durante a infância, as crianças vampiras e darkins frequentam escolas noturnas e creches durante a noite e madrugada. Essas instituições são fundamentais para a educação e cuidado das crianças dessas raças, pois permitem que evitem a exposição direta ao sol, o que poderia ser prejudicial para sua saúde.
— por terem sentidos aprimorados, os vampiros frequentemente ocupam áreas de trabalho mais detalhistas. Sua exigência com a comida os tornam excelentes chefs e apreciadores de gastronomia refinada. Além disso, sua visão aguçada e destreza física os tornam talentosos em áreas como as artes visuais e a dança. Portanto, é comum encontrar vampiros atuando em profissões que exploram e valorizam essas habilidades naturais.
— eles têm uma forte ligação com o próprio sangue e valorizam intensamente os laços familiares. Mesmo que seus filhos possam ser de outras raças, eles ainda são profundamente valorizados devido ao vínculo sanguíneo compartilhado. As várias gerações de um mesmo clã muitas vezes vivem juntas na mesma casa ou terreno.
— fora dos núcleos de alta sociedade, vampiros não tendem a ser monogâmicos e não dão tanto valor ao casamento e relacionamentos amorosos tradicionais. Em vez disso, focam mais nos laços familiares e na procriação, costumando ter vários parceiros ao longo da vida.
— a grande maioria não crê no Cântico Divino.
— têm uma forte tradição de veneração aos antepassados e preservação da memória. Eles mantêm cuidadosamente registros genealógicos e realizam rituais em honra aos que vieram antes deles, o mais próximo de religiosidade dentro da raça.
